O Tesouro Nacional gastou CR$22 bilhões além do que arrecadou em julho, pressionando a emissão primária de moeda. Também contribuiu para a expansão da base monetária-- de 38%, ao final do mês-- a troca de moedas estrangeiras por cruzeiros. A emissão efetiva no último mês foi de CR$66,2 bilhões. O estoque da dívida pública federal mobiliária em mercado pulou de CR$2,017 trilhões em junho para CR$2,762 trilhões em julho. O déficit do Tesouro foi atribuído ao atraso na votação do Orçamento Geral da União deste ano pelo Congresso Nacional. As reservas internacionais disponíveis chegaram a US$18,8 bilhões no final de julho, no conceito de caixa; no conceito de liquidez internacional, o montante foi de US$24,47 bilhões. O saldo cambial em julho apresentou superávit de US$1,9 bilhão, o maior desde outubro de 1992 e duas vezes o montante obtido em junho (JC) (GM).