Segundo as informações, o embaixador dos EUA no Brasil, Harry Shlaudeman, afirmou ontem que o seu governo não veria maiores inconvenientes numa eventual suspensão temporária do pagamento dos juros da dívida externa brasileira, desde que tal suspensão fosse negociada com os credores. Na sua opinião, a única inquetação do governo norte-americano é quanto a hipótese de que a suspensão de pagamentos, se vier, se faça sem uma prévia negociação (FSP).