O ministro da Justiça, Maurício Corrêa, usou artifícios da lei tributária entre 1983 e 1985 para evitar pagamento de impostos. A imobiliária EIG, que pertence a Corrêa, teve razão social mudada para Ponto Imóveis a fim de não pagar tributos sobre lucro (30% sobre a variação do valor patrimonial, de cerca de US$3 milhões) e transmissão de imóveis (cerca de US$60 mil). Técnicos da Receita Federal dizem, no entanto, que esse procedimento está dentro da lei (FSP).