CAI TAXA DE MORTALIDADE NO ESTADO DE SÃO PAULO

Os índices de mortalidade das diferentes faixas etárias caíram sensivelmente no Estado de São Paulo entre 1980 e 1992, segundo a Fundação SEADE. A mortalidade infantil, área na qual foram registrados os maiores avanços, caiu em 1992 em mais da metade. Em 1980, 5.560 crianças morriam para cada grupo de 100 mil nascidos, índice que regrediu para 2.691 em 1992. O número de óbitos de crianças com idade inferior a um ano devido a moléstias perinatais caiu proporcionalmente 32% de 1980 a 1992. Nessa faixa etária as mortes por doenças do aparelho respiratório sofreram redução de 63%, e as causadas por pneumonias diminuíram em 66%. Na faixa etária de 20 a 49 anos, no entanto, houve aumento da mortalidade, de 315 por 100 mil habitantes em 1980 para 319 em 1992. A principal causa desse crescimento foi o aumento do número de mortes violentas. O índice de homicídios, responsáveis por 23 óbitos por 100 mil habitantes em 1980, saltou para 42 mortes em 1992 (O ESP).