O secretário-geral do Ministério da Saúde, José Alberto Hermógenes, afirmou ontem que a redução da verba destinada à campanha de prevenção da AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) para Cz$12 milhões, correspondendo a 10% do total solicitado, "não acarretará nenhum problema". Ele disse que "apesar da gravidade da doença, ela não é considerada prioridade do Ministério, pois existem questões mais sérias a serem resolvidas como o controle dos bancos de sangue e a incidência da doença de Chagas, sarampo e dengue, entre outras" (O Globo).