O Ministério do Trabalho do Uruguai começará a analisar o impacto trabalhista e sociológico que a integração regional terá no mercado de trabalho de suas fronteiras com Argentina e Brasil. As centrais sindicais dos países-membros do MERCOSUL manifestaram sua preocupação com o fluxo migratório de trabalhadores que pode acontecer com a instalação do sistema integrador. César Murillo, presidente da Junta Nacional de Emprego (JNE), disse que, durante a primeira semana de junho, serão definidos os conceitos básicos para levar adiante esta avaliação. A JNE constitui-se de um representante do governo, um da Central Única dos Trabalhadores (PIT-CNT) e um dos empresários. Nesta etapa a JNE realizará uma análise geográfica e de dados sobre o futuro do MERCOSUL. O Uruguai, o menor dos quatro países-membros, tem fronteiras terrestres com o Brasil ao Norte e com a Argentina no litoral Oeste, onde o rio Uruguai separa os dois países (JC).