Todos os encargos sociais, inclusive a contribuição previdenciária descontada das empresas e o FGTS, devem incidir sobre o faturamento e não mais sobre a folha de salários. A proposta é do ministro do Trabalho, Walter Barelli, que promete defender essa mudança no sistema de pagamento dos encargos sociais durante o período de reforma da Constituição, marcada para outubro. O ministro ressaltou que não pretende extinguir os encargos sociais, que são direitos adquiridos pelo trabalhador. Esclareceu que defende uma mudança em sua forma de recolhimento, para que as empresas passem a assinar com mais frequência a carteira de trabalho e aumentem a oferta de empregos (O ESP).