MAIS MULHERES NO TRABALHO

A participação da mulher na força de trabalho da América Latina e Caribe subiu para 22,3% da população economicamente ativa, embora ainda persista a discriminação salarial, de acordo com um estudo da Comissão Econômica das Nações Unidas da região (CEPAL) anunciado ontem em Santiago (Chile). Persiste a discriminação salarial. A mulher necessita cerca de quatro
73933 anos a mais de educação formal para ganhar o mesmo que os homens, disse Miriam Krawczyk, da Unidade da Mulher e Desenvolvimento da CEPAL. De acordo com a pesquisadora, as análises dos últimos anos confirmam uma tendência estrutural ascendente da maior participação feminina no trabalho (GM).