Centenas de milhões de dólares arrecadados pelo "esquema PC" vieram de propinas pagas por fornecedores internacionais de petróleo. Em um país que importa mais de 400 mil barris/dia, a "comissão" de meio dólar por barril passa despercebida porque é acertada no exterior e escapa à contabilidade oficial. Policiais federais asseguram que o saldo desse campo de atuação do empresário Paulo César Farias é astronômico. O dinheiro era depositado em pelo menos 20 contas CC5, criadas pelo Banco Central para permitir movimentação em dólar de empresas estrangeiras com negócios no país (JB).