A camada de ozônio no céu sobre o Rio de Janeiro (RJ) se reduziu em 5% entre 1979 e 1992. Os dados são da NASA, a agência espacial norte- americana. A época mais crítica é o inverno. Em julho de 1979, a camada de ozônio sobre a cidade ainda era 16% mais espessa do que em julho de 1992. Os dados não chegam a ser alarmantes, mas indicam que a população deve tomar cuidados, como o uso de protetor solar. A camada de ozônio funciona como uma espécie de escudo contra os raios ultravioleta do Sol, que podem provocar câncer de pele e catarata. Empresas como a Coca-Cola já decidiram eliminar antes do prazo o consumo dos clorofluorcabonos (CFCs) que destroem o ozônio (JB).