Aumentar o salário-mínimo é considerado por muitos economistas uma maneira de distribuir a renda. Mas um estudo do IPEA (Instituto de Pesquisas e Economia Aplicada) e da PUC-RJ (Pontifícia Univesidade Católica do Rio de Janeiro) mostra que, na verdade, 35% das pessoas que recebem o salário-mínimo fazem parte da classe média. Dos cerca de 43 milhões de pessoas da população economicamente ativa do Brasil, estima-se que 20%, ou 8,6 milhões de pessoas, recebam o salário-mínimo (O Globo).