A Legião Brasileira de Assistência (LBA), criada para amparar crianças, idosos e deficientes, não consegue cumprir suas atribuições. O arquivo, com 50 anos de história, sumiu. As verbas foram reduzidas em 40%, boa parte das creches vive de doações. Em Minas Gerais, por exemplo, há mais funcionários que atividades pois seus oito centros não dispõem de dinheiro para os consultórios dentários e médicos. A presidente da LBA, Leonor Franco, culpa seus antecessores, Rosane Collor e Paulo Sotero, pelas dificuldades atuais. A ministra-chefe da Secretaria da Adminitração Federal, Luiza Erundina, propõe o fechamento do órgão (O Globo).