A Promon Engenharia, virtual gerenciadora do programa de US$777 milhões para a despoluição da Baía de Guanabara-- em parte com recursos do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)-- mesmo sem ter disputado licitação, não é uma cooperativa, como alega o governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola (PDT), mas sim uma "empresa de fachada". A denúncia é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Consultoria de Engenharia e Projetos do Rio de Janeiro (Sintcon), Wilton Aquino. Segundo ele, a Promon-- responsável pelas principais obras do estado, do Sambódromo aos CIEPs-- usa "empresas satélites" (subempreiteiras) para fazer as suas obras e que 20% de seus trabalhadores não têm carteira assinada (O Globo).