O governo federal continua pagando a cerca de 100 mil funcionários colocados em disponibilidade pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello e nem mesmo a Secretaria de Administração sabe quanto isso está custando aos cofres públicos. A ministra Luiza Erundina reconheceu ontem que esse é um problema ainda não resolvido, mas preferiu eximir os funcionários de culpa. "Eles foram afastados compulsoriamente por um governo irresponsável e sem compromisso com o funcionalismo. Muitos deles ainda poderão ser úteis à máquina administrativa", disse Erundina, que prometeu fazer um recadastramento dos servidores públicos (JB).