O governo recuou e desistiu de proibir o endosso de cheques no projeto de regulamentação do IPMF (Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira), que será encaminhado ao Congresso Nacional. O governo preferiu manter a taxação sobre o endosso prevista no projeto original-- a partir do segundo endosso, incidirá sobre cada um deles a alíquota de 0,25%, que será paga por quem descontar o cheque por último (FSP).