Um rei com respaldo popular. A novidade está sendo estudada por membros do Movimento Parlamentarista Monárquico (MPM) para ser incluída na campanha real, caso a Monarquia seja aprovada no plebiscito de 21 de abril. Segundo dom Alberto-- príncipe do ramo de Vassouras (RJ) que, no "ranking" da Casa de Orleans e Bragança, ocupa o décimo lugar da linha de sucessão-- a idéia é aproveitar o referendo que o MPM propõe para 90 dias depois de terminada a revisão constitucional e apresentar também o nome do rei indicado pelo Congresso Nacional para aprovação popular. "Cabe ao Congresso regulamentar a emenda monarquista, se essa forma de governo vencer no plebiscito, e também decidir sobre a idéia de incluir o nome do rei indicado pelos congressistas no referendo proposto pelo MPM", explicou o príncipe (JB).