A ineficiência do Estado no setor social tem levado um número cada vez
72950 maior de empresários a investir no fomento de instituições de amparo às
72950 populações mais carentes. Organizações Não-Governamentais (ONGs) ligadas à defesa dos direitos humanos, comunidades carentes e dos meninos de rua já recebem apoio de diversas empresas no país. Segundo representantes de ONGs e dirigentes de fundações filantrópicas, a tendência é o empresariado partir para o conceito de empresa-cidadã, que, muitas vezes, colabora para a melhoria das condições de vida da sociedade, sem preocupações mercadológicas. O presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Sérgio Andrade de Carvalho, quer que a responsabilidade pela área social passe do governo para a iniciativa privada. Acha que o empresariado só não retornou ainda a seu papel de fomentador de atividades humanísticas pela insistência do Estado em querer o monopólio do setor (JC).