O empreiteiro Antônio Marangão, que chefiou um esquema de recolhimento de propinas durante o governo Quércia, tinha em 1987-- início da administração quercista-- apenas dois imóveis em seu nome: a Chácara Guanabara, com 5.760 metros quadrados, e um terreno de 512 metros quadrados, ambos em Garça (TO), sua terra natal. Ao longo do governo do hoje presidente do PMDB e nos dois anos seguintes adquiriu e registrou em cartório quatro fazendas, quatro sítios, 22 imóveis urbanos, duas rádios e um jornal. Ao seu patrimônio, somou ainda um avião Bonanza, prefixo PT-KSX (O ESP).