A MUDANÇA NA PREVIDÊNCIA

A mudança na Previdência, que inclui a instalação do sistema complementar básico, deve ficar para a revisão constitucional, marcada para começar em outubro. É o que avalia a Central Única dos Trabalhadores (CUT), cuja tendência majoritária, a Articulação, prepara um recuo em relação às posições defendidas durante a Assembléia Nacional Constituinte, no tema mais espinhoso da legislação previdenciária: o limite de faixa salarial a partir do qual o INSS poderá se desobrigar e a aposentadoria fica a cargo do sistema complementar. Na Constituinte, a CUT baeu o pé no piso de 20 salários-mínimos. Agora aceita negociar pelo limite de dez salários, coincidentemente o mesmo defendido pelo então relator da Comissão Especial de Previdência da Câmara dos Deputados, o agora ministro Antônio Brito (Relatório Reservado no.1353).