Foram declarados indisponíveis os bens dos oito administradores do instituto de seguridade social dos funcionários da VASP, o AEROS, que desde 12 de fevereiro está sob intervenção do Ministério da Previdência Social. Entre os oito, estão o presidente da VASP, Wagner Canhedo, e seu filho, César Canhedo. Eles não poderão vender, alienar, hipotecar ou penhorar seus bens enquanto durar a intervenção. Até agora, a inspenção do governo descobriu um desvio de US$36 milhões do caixa do AEROS. Ontem, Wagner Canhedo admitiu que está disposto a estudar a transformação da VASP em fundação, conforme proposta do governador paulista, Luiz Antônio Fleury (PMDB) (JB).