A EMBRATEL já iniciou os procedimentos necessários junto ao International Frequency Registration Board (EFRB) para preservar a sua terceira posição orbital, garantindo a possibilidade de no futuro ampliar o número de seus satélites domésticos. "Resolvemos pedir a reserva depois de observarmos um grande número de países executando uma corrida à órbita geoestacionária", disse o presidente da estatal de telecomunicações, Jorge Castelo Branco Sampaio. Segundo ele, a EMBRATEL vem desenvolvendo também conversações com países latino-americanos para alugar parte da capacidade espacial dos seus dois satélites (Brasilsat I e II). O aluguel dos canais deverá custar cerca de US$1 milhão cada (JB).