Meninas e adolescentes entre 10 e 17 anos estão se prostituindo durante o dia no centro de Londrina (PR). Segundo a presidente do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente de Londrina, Sandra Maria Pinheiro de Freitas Coelho, mais de 80% das meninas se prostituem com o consentimento dos pais, como alternativa à fome. Segundo ela, o problema maior é que a prostituição infantil "está aumentando, criando um verdadeiro caos social". Sandra afirma que um programa de orientação do Conselho tem tentado "enfrentar o problema, mas a dificuldade maior é que estas crianças não são meninas de rua, se prostituem para ajudar o orçamento doméstico". Em São José do Rio Preto (SP), um grupo de 35 prostitutas e travestis criou a Associação Rio-Pretense dos Profissionais do Sexo. Os associados terão carteirinha para Identificar a atividade profissional que desempenham", segundo o presidente da Associação, o travesti Giselly Pinto Monforth. Ele afirmou que a "finalidade da Associação é proteger as pessoas que ganham a vida através do sexo pago" (FSP).