Os Cr$52 bilhões que o Congresso Nacional está pagando a deputados e senadores pela convocação extraordinária não têm sido suficiente para melhorar o desempenho da instituição. A semana passada foi praticamente perdida. Projetos importantes como o da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que tramita há mais de quatro anos, não serão aprovados antes do dia 10, quando termina o período da convocação extraordinária. Também dependem de votação na Câmara as emendas do Senado à nova lei de licitações, que reduz as possibilidades de fraude e pune com mais rigor os escândalos na administração, e o projeto que complementa o reajuste salarial do funcionalismo. O projeto de ajuste fiscal, que cria o imposto sobre cheques (IPMF) e foi um dos principais motivos da convocação extraordinária, também não estará concluído até o dia 10 (FSP).