UFRJ AVALIA POLUENTES NA FLORESTA AMAZÔNICA

Pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) estão traçando o perfil químico do ar e do solo da floresta amazônica. Com o conhecimento exato dos compostos emitidos pela floresta e dos produzidos pela atividade humana, será possível detectar alterações ambientais como queimadas através de análises do ar (independentemente da existência de sinais visíveis como fumaça). O primeiro passo do trabalho do Instituto de Química da UFRJ consistiu na coleta de amostras de ar na Reserva do Ducke, 30 km a noroeste de Manaus. Do alto de uma torre de 40 metros (acima da densa camada formada pelas copas das árvores), os pesquisadores coletaram ar e caracterizaram os componentes químicos naturalmente presentes-- isto é, os emitidos pelos vegetais sem a influência do homem). Com isso, eles pretendem estabelecer o perfil de normalidade da floresta. Só assim, diz o pesquisador Vladimir Elias, que participa do estudo, será possível, no futuro, comparar dados e dizer se houve alterações (O Globo).