O prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PDS), disse ontem que vai apoiar o parlamentarismo no plebiscito de abril, mas condicionou seu apoio à aprovação do voto distrital (misto ou não), da limitação do número de partidos, da fidelidade partidária e da possibilidade de o Congresso ser dissolvido. "Se o Congresso não aprovar isso, o parlamentarismo será uma farsa, mais uma tapeação ao povo brasileiro", afirmou. Ele disse ser também favorável à eleição direta para presidente da República. O prefeito anunciou ainda que vai criar um novo partido até o fim de junho. Maluf pensa na fusão do PDS com o recém-criado Partido Progressista (PP, união do PST com o PTR) (FSP).