Brasil e Argentina ainda não assinaram um novo acordo sobre o intercâmbio de autopeças e veículos, no âmbito do antigo protocolo 21, que vigorará em 1993. Desde o último dia 14, o governo argentino ficou de analisar uma proposta brasileira de maior equilíbrio no comércio automotriz, de forma a evitar novos déficits para a Argentina. Em 1992, esse saldo negativo se situou entre US$300 milhões e US$400 milhões, cerca de 25% do déficit total, estimado em US$1,2 bilhão. Até agora, as autoridades argentinas não se pronunciaram (GM).