Maria Edi de Mattos, ex-presidiária e falsa doméstica de Porto Alegre (RS) identificou ontem 28 dos 36 policiais que denunciou por estarem envovidos em roubos e outros crimes e irregularidades, através de 100 fotografias dos álbuns do DOC (Departamento de Organização e Correição) da Polícia Civil gaúcha. Em um novo depoimento, ela confirmou todas as acusasões feitas por ela na Coordenadoria de Promotorias Criminais contra policiais gaúchos envolvidos em corrupção, torturas, assaltos, tráfico de gás e proteção à prostituição e ao jogo do bicho. Maria Edi de Mattos denunciou que, apesar do prédio em que mora estar sendo vigiado por soldados da Brigada Militar de Porto Alegre (proteção solicitada pelo Movimento de Direitos Humanos de Porto Alegre), a porta de seu apartamento quase foi arrombada na semana passada (JB).