Representantes do Movimento Nacional da Micro e Pequena Empresa (MONAMPE) se encontraram ontem com o ministro da Fazenda, Paulo Haddad, para propor um programa de curto prazo para incentivo à geração de empregos. O governo e trabalhadores abririam mão de alguns direitos e a empresa asseguraria a estabilidade. O ministro ficou de estudar a idéia. O coordenador do movimento e também presidente da FLUPEME, Benito Paret, explicou que a proposta é que o governo abra linhas de crédito de US$400 por novo emprego gerado e conceda carência de dois anos para o pagamento dos encargos sociais incidentes sobre estes empregos. Em contrapartida, os trabalhadores ficariam sem o FGTS e o vale transporte no período (GM).