Doze mil toneladas de feijão do estoque regulador do governo estão estragando em 11 armazéns no Município de Erexim, no Rio Grande do Sul. O produto está em quatro armazéns da Cooperativa Tritícola de Erexim (Cotrel) e em sete armazéns particulares desde março do ano passado e vale hoje Cr$80 bilhões. "Em vez de destinar ao consumidor o governo está jogando fora Cr$600 milhões por dia, que é o custo do armazenamento", denunciou o presidente da Cotrel, Luiz Antônio Piazzon (O Globo).