As exportações e importações de armas convencionais do Brasil realizadas em 1992 e o estoque de material bélico de que dispõe o país se tornarão públicos até o final do ano. Até abril o governo brasileiro registrará no departamento de desarmamento do secretariado da ONU, em Nova Iorque, as transferências de armamentos para "mostrar que o Brasil não é um país militarista nem desestabilizador", observa o diplomata Antonino Mena Gonçalves, da subsecretaria de planejamento político e econômico do Itamaraty. Cerca de 150 países se mostraram favoráveis ao registro de armas na ONU, uma iniciativa pioneira para dar maior transparência ao comércio de armas, aumentar a confiança entre as nações e fortalecer a segurança internacional, sobretudo depois da guerra do Golfo. O Brasil tem equipamentos em todas as categorias selecionadas (GM).