O ministro da Justiça, Paulo Brossard, determinou ao diretor-geral do DPF (Departamento da Polícia Federal), Romeu Tuma, que investigue o envolvimento do diretor da Divisão de Censura e Diversões Públicas da instituição, Coriolano Fagundes, e do conselheiro Luís Fernando Garcia de Oliveira, do Conselho Superior de Censura, com a máfia do videopôquer. Fagundes é acusado nos jornais de São Paulo de receber um suborno de US$200 mil para facilitar o funcionamento do pôquer eletrônico e acusa Oliveira de "plantar essa informação na imprensa" e ganhar Cz$350 mil pelo serviço (JB).