O ministro das Minas e Energia, Aureliano Chaves, manifestou-se contrário à redução da diferença entre os preços do álcool combustível e da gasolina. A afirmação do ministro desmente a informação de que o governo estaria disposto a reduzir para 25% a atual diferença de 35% entre os preços do álcool e gasolina. O ministro da Indústria e Comércio, Roberto Gusmão, informou não ser possível a suspensão da compra de álcool pela PETROBRÁS, porque essas aquisições fazem parte do Programa Nacional do Álcool (PROÁLCOOL). Segundo ele, foi formada uma comissão interministerial para estudar esse programa, "porque há excesso de produção e o problema tem de ser corrigido" (JB).