O Estado do Rio de Janeiro e vários policiais-- entre eles o delegado titular da 12a.DP (Copacabana), Rui Lisboa Dourado-- foram condenados a pagar cerca de Cr$40 milhões e mais um salário-mínimo por mês à família do servente Aézio da Silva Fonseca. Segundo a sentença, ele morreu em junho de 1979, vítima de tortura, maus tratos e provável induzimento ao suicídio, ou assassinato, praticados nas dependências da 16a.DP (Barra). A decisão foi dada pelos desembargadores que compõem a 4a. Câmara Civil do Tribunal de Justiça, tendo como relator o magistrado Narciso Pinto (O Globo).