Segundo o jornal Gazeta Mercantil, "o governo brasileiro procurou nestes últimos dias, em Seul, aplicar, na prática, a idéia de conferir ao Banco Mundial (BIRD) um papel ampliado e buscar novas formas para sua atuação". Várias alternativas originais de programas do Brasil com o banco foram discutidas dentro de um pacote de pelo menos US$1 bilhão, entre elas, a de montar com o banco um programa que amplie as linhas de crédito comercial de curto prazo. Conforme o jornal, são os créditos incluídos no chamado projeto 3 da negociação com os bancos privados. Ao todo, estas linhas somam, hoje, cerca de US$10 bilhões. A intenção é, através do BIRD, ampliar este valor em U$S1 bilhão ou US$2 bilhões. Outra seria abrir uma espécie de linha de empréstimo "standy-by" para o Brasil, ou seja, uma linha de créditos comercaiis que o país utilizaria na medida de suas necessidades (GM).