O presidente da Federação Brasileira das Associações de Bancos (FEBRABAN), Roberto Bornhausen, afirmou que as sugestões para a criação de um Banco de Comércio Exterior e de um fundo de títulos de renda fixa ao portador-- ambas estatais-- "surpreenderam os bancos privados". Ele classificou as duas idéias como "avanços na estatização da economia brasileira, o que não pode ser admitido pelo setor privado". Segundo Bornhausen, "não há sentido em criar um Banco de Comércio Exterior, quando o Banco do Brasil já tem um suporte preparado para o atendimento das necessidades do comércio externo do país. Ao mesmo tempo, os bancos privados estão dando um perfeito suporte às necessidades de financiamento das exportações" (JB).