A ASSEMBLÉIA DO FMI E BANCO MUNDIAL

Segundo o jornal Folha de São Paulo, várias autoridades que acompanham a assembléia do FMI/Banco Mundial disseram que o Fundo não recuou de sua posição de exigir que o Brasil elimine "rapidamente" o déficit público. Conforme o jornal, o ministro da Fazenda, Dilson Funaro, reuniu-se com o diretor-gerente do FMI, Jacques de Larosie`re, e logo em seguida afirmou que foi bem recebida a proposta brasileira de só discutir um novo acordo
70823 depois de pronto o programa econômico para 1986. Ainda de acordo com a FSP, "até agora, porém, há poucos indícios de uma aproximação entre os dois lados, justamente por causa do ajuste nas contas do setor público. O FMI, sugere, por exemplo, que se reduzam as despesas de custeio, com um grande corte na folha de pessoal". Para o próximo ano, o Fundo insiste em um superávit de 4% no setor público (FSP).