O governo federal pode vender, imediatamente, o equivalente a até US$16,3 bilhões em ações de suas principais empresas, sem comprometer seu controle acionário sobre elas, obtendo recursos correspondentes a 16% da dívida externa e cerca de 40% da dívida interna. A informação foi dada à Comissão de Finanças da Câmara, pelo ex-diretor da CVM, José do Carmo Barbosa (FSP).