O comandante da Escola Superior de Guerra (ESG), general Euclydes de Oliveira Figueiredo (irmão do ex-presidente da República, João Figueiredo) defendeu a manutenção da "destinação tradicional" das Forças Armadas na segurança interna do país, afirmando que se na próxima Constituição esse dispositivo for eliminado, "não se retira a possibilidade de as Forças Armadas realizarem um golpe contra o governo, mas retira-se do governo a possibilidade de valer-se, em tempo hábil, das Forças Armadas para defender o regime democrático" (JB).