Segundo o jornal Folha de São Paulo, os municípios terão de investir em saúde o adicional de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), caso a reforma tributária de emergência seja aprovada pelo presidente José Sarney. O líder do PMDB na Câmara, Pimenta da Veiga, estimou em Cr$3 trilhões a receita gerada pelo FPM. A vinculação dos repasses a gastos em saúde está previsto no texto do anteprojeto da reforma tributária (FSP).