Segundo o Jornal Brasil, "o FMI não abre mão de um ajuste estrutural rígido nos países subdesenvolvidos endividados, como é o caso do Brasil, não tendo intenção alguma de se tornar mais flexível no que diz respeito às suas condições". Conforme o jornal, em entrevista, o gerente-geral do FMI, Jacques de Larosie`re, afirmou que "a preocupação com o crescimento econômico é legítima, mas somente com um ajuste estrutural ortodoxo é possível obter um crescimento estável e sustentado" (JB).