O ministro do Planejamento, João Sayad, afirmou, no 1o. Congresso Nacional de Executivos Finaceiros, ontem, no Rio de Janeiro, ao justificar a necessidade não apenas do aumento da arrecadação tributária e das tarifas das estatais, mas também de novos cortes em custeio, onde for possível, que "nenhuma estratégia isolada conseguirá resolver o problema do desequilíbrio financeiro do setor público". Para Sayad é importante também uma melhoria da qualidade na negociação da dívida externa, tendo em vista que o Brasil precisará contar com recursos adicionais para se financiar nos próximos anos (FSP).