Segundo o jornal O Globo, o FMI, em projeções baseadas "na pronta adoção de um programa de ajustamento" de 18 meses, pelo Brasil, estimou um crescimento limitado a 3,5%, em 1985, que desceria para 2,5% em 1986, "em virtude da adoção de políticas inflacionárias". Conforme o jornal, a economia brasileira, porém, deverá expandir-se mais, chegando a 4% em 1987 e a 5% no ano seguinte, para manter nos três anos seguintes uma taxa média de crescimento de 6%. "Para atingir essas taxas, a formação de capital fixo bruto necessitaria aumentar de 16% do PNB (Produto Nacional Bruto) em 1984, para 24% em 1989-91, voltando às taxas da década de 70. A taxa de poupança doméstica bruta aumentaria de 22% do PNB, em 1984, para 28% no final de década" (O Globo).