Segundo as informações, 9 posseiros foram amarrados e fuzilados nas dependências da Fazenda Princesa, a 80 km da cidade de Marabá, no Pará, de propriedade do fazendeiro e garimpeiro conhecido por Marlon. O advogado Paulo Pinheiro, da Comissão Pastoral da Terra, afirmou que Marlon participou da matança comandando cinco pistoleiros. As viúvas dos posseiros denunciaram que Marlon mantém na fazenda um dispositivo de pistoleiros para impedir a aproximação de quem quer que seja, até mesmo da polícia (JB).