A CESP (Companhia Energética de São Paulo) negou que concederá, a partir de fevereiro, Cz$4.040,00 aos funcionários com mais de dois anos de carreira, ou que esteja negociando o não-desconto dos dias parados. Isso contraria dois dos itens de uma circular divulgada aos funcionários da empresa por Antônio Rogério Magri, presidente do sindicato da categoria, aliado à CGT (Central Geral dos Trabalhadores). Porém, a CESP admitiu que os outros pontos da circular estão corretos, como o reenquadramento de cargos e salários, o parcelamento das férias de 20 dias, o adicional por tempo de serviço, os percentuais de remuneração das horas-extras e os estudos para a correção da curva salarial (FSP).