O assessor especial da Presidência da República, Célio Borja, admitiu que as quatro questões colocadas pela CUT para discutir o pacto social-- redução da jornada de trabalho, trimestralidade, seguro-desemprego e aplicação imediata da reforma agrária-- "podem ser objeto de negociação". Segundo o JB, Célio Borja analisou as propostas da CUT e disse que a reforma agrária não vai se constituir em problema porque o programa está pronto e será posto em execução. Quanto à trimestralidade ele acha que existem fórmulas de repor as perdas salariais em prazos mais dilatados. A redução da jornada de trabalho, de acordo com Borja, tem de ser discutida por se saber "se ajuda ou prejudica o combate à inflação. Já o seguro-desemprego, ele explicou que não pode ser pago pela Previdência Social sem um cálculo correto e atual capaz de determinar a fonte de contribuição e arrecadação (JB).