O presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), Laumar Melo de Vasconcelos, disse, ontem, em Brasília, que nada tem a negociar com os funcionários da empresa, que reivindicam a incorporação, ao salário, do adiantamento de 30% concedido em maio, durante a segunda greve dos carteiros ocorrida este ano. Ontem, os funcionários da ECT, em São Paulo, decidiram em assembléia começar hoje uma "operação-tartaruga" para pressionar a direção da empresa a incorporar ao salário o abono concedido em maio (FSP).