O ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto, discorda da tese de articulação de um amplo pacto social, e não participará de qualquer iniciativa que vise a atrair os trabalhadores para um acordo com governo e empresários. Para ele, o governo cometeria um grave erro se forçasse conversações nesta direção, pois acabaria por inviabilizar as discussões que vêm sendo mantidas com lideranças sindicais em torno de questões econômicas sociais (FSP).