O presidente da CONCLAT, Joaquim dos Santos Andrade, disse que a entidade jamais se manifestou contra a inclusão do pacto social e nem se recusa a conversar com o governo sobre o assunto. Segundo ele, a posição da CONCLAT é de condicionar o diálogo com o governo a alguns pontos, como a trimestralidade, a redução da jornada de trabalho, a reposição-- mesmo que gradativa-- do poder aquisitivo e uma modificação na lei salarial. Já o diretor da CUT, Jacó Bittar, afirmou que "a CUT só aceita começar a discutir a idéia de um pacto social se o governo suspender o pagamento da dívida externa. Bittar acrescentou, ainda, que a CUT e a CONCLAT não firmaram até o momento acordo para lutar contra o pacto e reivindicar em conjunto os reajustes trimestrais (JB).