Segundo o jornal Folha de São Paulo, o programa de desestatização sairá da coordenação do ministro do Planejamento e passará a ser atribuição direta do Palácio do Planalto, com a extinção da atual Comissão Especial de Desestatização, cujo coordenador é o ministro João Sayad, e será criada uma Secretaria-Especial a ser gerida por um técnico designado pelo presidente José Sarney. De acordo com a FSP, essa foi a alternativa encontrada pelo governo para acelerar o programa e garantir a meta de obter, em 1986, uma receita de Cr$30 trilhões com a venda direta de empresas privadas atualmente sob o controle do governo federal, e a colocação, no mercado, de ações das principais empresas estatais (FSP).