A CUT e a CONCLAT não aceitam discutir a idéia de pacto social, relançada pelo governo federal diante da ameaça de eclosão de greves no curso das mais de 500 negociações salariais previstas até o fim do ano. Admitem apenas tratar de questões que consideram essenciais para os trabalhadores, como reajustes trimestrais e reposição salarial (JB).